MasterChef Profissionais 2026 episódio 2: resumo e eliminação

    Mari Marzola foi a segunda eliminada do MasterChef Profissionais 2026. O episódio 2, exibido na terça-feira, 13 de outubro, na Band, teve uma prova de foco com nhoque e técnica de suflê, com o chef argentino Facundo Kelemen, e uma prova de eliminação que pedia a reinvenção do PF.

    Eu assisti ao episódio inteiro e trouxe os detalhes por participante que as notícias não contaram. 

    Spoilers do episódio 2 daqui para baixo. E se ainda não viu, o resumo do episódio 1, corre lá pra ficar em dia!

Resumo rápido do episódio 2

  • Exibição: toda terça-feira, às 22h30, na Band
  • Jurados: Henrique Fogaça, Erick Jacquin e Helena Rizzo
  • Chef convidado: Facundo Kelemen (Argentina)
  • Competidores: 17
  • Prova principal: nhoque de chipa com técnica de suflê
  • Primeiro pin: Léo Santos
  • Prova de eliminação: reinvenção do PF
  • Pin da eliminação: Daniela Rosa
  • Eliminada: Mari Marzola
Chef convidado Facundo Kelemen ao lado dos jurados Helena Rizzo e Erick Jacquin no episódio 2 do MasterChef Brasil
Chef convidado Facundo Kelemen ao lado dos jurados Helena Rizzo e Erick Jacquin no episódio 2 do MasterChef Brasil (Foto: reprodução/Instagram/@erickjacquin e @masterchefbr)

Quem foi o chef convidado e qual era o prato da prova principal?

    O chef argentino Facundo Kelemen, dono de dois restaurantes com selo Bib Gourmand do Guia Michelin, mostrou um nhoque de chipa com molho cacio e pepe doce. A prova não era uma reprodução exata: os chefs precisavam criar a própria versão, um nhoque recheado, usando a técnica de suflê. Foram 1h30 de prova e 3 minutos de mercado, e o pessoal se matou nas bancadas.

    Teve vantagem estratégica. O Léo Salles, por ter vencido a prova de eliminação do episódio 1, pôde provar o prato do chef e escolher 8 colegas que não provariam. A Gabi, que já tinha feito a técnica antes, e o Marcelo Zaidan ficaram entre os prejudicados por não provar o prato de referência.

O que é nhoque de chipa e a técnica de suflê?

    A chipa é um pão de queijo típico do Paraguai e do norte da Argentina, feito com polvilho e queijo. Por isso o nhoque do chef lembra um pão de queijo. O molho cacio e pepe é um clássico romano de queijo e pimenta-do-reino, e aqui o chef o apresentou na versão doce. A técnica de suflê, em geral, se baseia em incorporar ar à massa, com claras batidas, por exemplo, para deixá-la leve.


Como foi a prova do nhoque, chef por chef?

  • Léo Santos: fez um prato com cogumelos e espinafre, inspirado na infância. Ganhou elogio da Helena Rizzo pelo empratamento. O chef argentino fez uma pequena crítica à escolha do prato. Mesmo assim, ganhou o pin.
  • Ieda: cortou a mão com 6 minutos de prova, mas seguiu. Recebeu elogio da Helena Rizzo pelo molho potente e pelo nhoque que lembrava um pão de queijo, além de feedback positivo do chef argentino.
  • Hugo: começou pela massa, mas não conseguiu rechear o nhoque e foi destaque negativo.
  • Will Peters: usou os elementos pedidos, mas do seu jeito.
  • João Vieira: teve dificuldade com as proporções da massa. Recebeu feedback positivo do Fogaça e do chef argentino, embora faltasse fluidez no molho.
  • Lubyanka Baltar: aproveitou a experiência do chef francês Pascal e pediu ajuda.
  • Léo Salles: fez tartar de vieira no recheio.
  • Miguel Fernandez: também argentino [confirmar], fez um Romeu e Julieta, com goiabada.
  • Irina Cordeiro: fez uma versão doce, com tucupi preto, suco fresco de caju e farofa. O Fogaça achou doce demais e o nhoque fora do ponto, e o chef argentino criticou só o formato. Foi destaque negativo.
  • Gabi Carregosa: recebeu feedback positivo do Fogaça e do chef argentino, embora a textura não fosse igual à da referência.
  • Kenzo Shintome: foi para o lado asiático, com a ideia de um crocante de inhame, se desse tempo. Tirou um “hmm” da Helena Rizzo, e o chef argentino elogiou, apesar de faltar elasticidade ao nhoque.
  • Marcelo Zaidan: sem provar o prato de referência, ficou entre os medianos.
  • Pascal Valero: foi pelo caminho mais fiel à receita. O Jacquin elogiou: embora fosse uma reprodução, tinha personalidade. O chef argentino também elogiou.
  • Helena Furtado: apostou numa finalização crocante para o nhoque.
  • Mari Marzola: não conseguiu terminar o empratamento e entregou um prato feio. O Jacquin disse que o nhoque parecia uma bola de golfe e estava horrível, e o chef argentino deu um feedback mediano.

    Nesse episódio, os jurados passaram de bancada em bancada provando.

Quem ganhou o primeiro pin?

    O Léo Santos. Ele, junto da Gabi, Kenzo, João, Ieda e Pascal foram os destaques positivos e subiram ao mezanino. Hugo, Irina e Mari foram os destaques negativos e entraram na prova de eliminação com desvantagem.

    Como vencedor, o Léo Santos pôde levar 3 chefs medianos ao mezanino. Escolheu o Will, o Léo Salles e a Helena Furtado. Os demais foram para a eliminação.

Como foi a prova de eliminação?

    O PF (prato feito) é a refeição mais popular do Brasil, com arroz, feijão, proteína e acompanhamento. O desafio era reinventá-lo com um prato autoral e contemporâneo, mantendo os elementos básicos do PF. Foi 1 hora de prova e 3 minutos de mercado.

    A desvantagem dos três piores era perder 5 minutos de prova. O Léo Santos tinha ainda a carta de tirar 5 minutos de mais alguém, e escolheu o Marcelo Zaidan, vice-campeão da primeira temporada (a campeã foi a Dayse Paparoto). A justificativa foi que a convivência com ele não é agradável. Na minha leitura, foi porque o Marcelo já estava desestabilizado. Ele ficou com 10 minutos a menos.

    No mercado, a Mari pegou toda a couve, e a Irina foi de arroz com leite. A Mari pediu maxixe ao Marcelo, que negou, e disse em alto e bom tom que tinham roubado o maxixe da cesta dela. A Fernanda se dispôs a dar um para ela. Depois veio a contagem regressiva e o empratamento.

Como foi a avaliação dos pratos de PF?

  • Miguel: a apresentação fugiu de um PF, aquela base com feijão. A Helena Rizzo brincou que era uma versão degustação.
  • Lubyanka: tirou um “hmm” da Helena. O Fogaça disse que era gostoso, mas a carne estava seca e encharcada ao mesmo tempo.
  • Hugo: o Jacquin disse que lembrava um arroz biro-biro, e a Helena elogiou. O tema do prato era o amor, e o pessoal brincou porque ele é ex da Irina.
  • Daniela Rosa: Fogaça e Jacquin elogiaram.
  • Fernanda: o empratamento era a cara de um PF, sem miséria, mas pecou na reinvenção. A Helena achou meio seco.
  • Irina: o empratamento não era de PF, mas era bonito e combinou com a louça. Tirou um “hmm” da Helena pelo cominho no feijão, e o Jacquin elogiou.
  • Mari: o empratamento era bonito, e o Fogaça disse que ela é criativa, mas o prato estava doce. O Jacquin disse que não era bom, não dava vontade de comer e que ela dependia dos outros. O Kenzo comentou que a manteiga do prato dela não foi emulsionada.
  • Marcelo Zaidan: a Helena não conseguiu dar o feedback logo de cara, mas disse que estava gostoso e gerava conexão. O Fogaça esperava um pouco mais, mas achou agradável, e o Jacquin brincou se foi ele quem roubou o maxixe da Mari. O Marcelo ainda parecia desestabilizado.

Quem foi a segunda eliminada do MasterChef Profissionais 2026?

    A Mari Marzola. Hugo, Irina e Dani foram os destaques positivos, e o pin foi para a Daniela Rosa. Lubyanka, Miguel e Marcelo ficaram entre os medianos. A Mari e a Fernanda ficaram penduradas, e a Mari foi eliminada. Na minha opinião, o prato dela parecia uma piscina de manteiga.

    Em entrevista à Band, a Mari disse que o fogão de indução a atrapalhou e que ela não “soube jogar”. Ela deixou a dólmã no vestiário e se despediu do programa.

    Eu volto semana que vem com o episódio 3. Quem é o seu favorito até aqui? Conta nos comentários!

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